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Bruna Malvestiti Vieira dos Santos

Atualizado: 13 de Out de 2019


“Minha trajetória no Anglo se iniciou em 2014, no 1º ano do Ensino Médio e foi concluída em 2016. No entanto, a minha história como aluna do Liceu Araras não se resume a esses rápidos 3 anos. O colégio exerceu e mantém papel fundamental na minha formação estudantil e pessoal, garantindo uma base sólida e eliminando qualquer déficit que eu pudesse apresentar. E, quiçá, o que mais me marcou foi o modo como a equipe nunca se esqueceu de relacionar o desempenho nos estudos com o nosso lado emocional e psicológico, reconhecendo e conferindo importância aos problemas da adolescência, o que, com toda certeza, me direcionou para o meu foco na Medicina, proporcionando autoconhecimento de modo a promover amadurecimento suficiente para dar continuidade a minha carreira estudantil.

Costuma ser comum na adolescência a instabilidade nas relações intra e interpessoais, comigo não foi diferente. A mudança para outra escola, com outras amizades, outros professores, em uma rotina totalmente diferente da minha habitual é animadora e, simultaneamente, assustadora. Por um lado, o meu primeiro ano foi incrivelmente satisfatório por me divertir e me conhecer muito, aproveitando cada segundo. Entretanto, o que realmente me surpreende foi que aprendi a reconhecer os esforços necessários para atingir o meu objetivo, que, até então, eu imaginava estar muito distante. Acredito que essa segunda parte foi o essencial para tornar-me quem sou hoje.

Ao relembrar tudo o que passei nesses 3 anos, impossível não mencionar o meu crescimento pessoal nas gincananglos. Já no primeiro dia da minha primeira gincana eu conquistei amizades que ainda mantenho na mesma intensidade em que começaram em meio à euforia da equipe. A meu ver, a gincana é um aspecto importante do Anglo Araras, não somente pela descontração, principalmente na ansiedade do 3º ano, mas sim pelo modo como é organizada. Trata-se de um projeto sério, nunca visto apenas como entretenimento, pois visa o nosso desenvolvimento pessoal e nossa capacidade de lidar com desentendimentos, com os altos e baixos da convivência em grupo e com a necessidade de autocontrole e respeito em um ambiente em que todos queremos ganhar. Entretanto, ao fim de toda gincana, percebemos e relembramos que toda a nossa dedicação não era destinada a vitória. Nossas vidas são muito maiores do que ganhar ou perder, e nada melhor do que o choro, os abraços e os pedidos de desculpas sinceros que nos unem, tornam nossas ligações mais fortes e nos tornam humildes.

Acredito que o colégio reúne uma série de fatores que conseguiram se destacar na minha personalidade, dentre eles o trabalho voluntário, que foi essencial para a minha formação pessoal. Além do mais, eu costumava estar na escola durante os períodos matutino e vespertino, logo passava grande parte da minha semana em âmbito escolar, com todos os problemas que uma adolescente pudesse enfrentar. Todo esse tempo dentro do colégio me marcou efetivamente porque nossos problemas nunca foram minimizados. Na minha experiência, posso citar infinitamente o coordenador Maurício, que sempre se preocupou com o nosso equilíbrio emocional e pessoal, considerando o nosso desempenho escolar como reflexo do nosso bem-estar, sempre disponível para qualquer tipo de diálogo e reconhecendo sua importância nessa fase. Essa preocupação se manifesta em toda a equipe, como a inspetora Maria que sempre esteve disposta a nos escutar e aconselhar, nos alertando quanto aos nossos reais objetivos.

Finalmente, os professores não se limitavam a explicação em sala de aula. Reconheciam, pois, a necessidade dos alunos de perceberem suas falhas, estando dispostos a conselhos de estudo, dúvidas e esclarecer qualquer dificuldade que tivéssemos. Desse modo, os docentes, o material e toda a estrutura do colégio conferiram uma base imprescindível para alcançar meus objetivos. No fim de 2016, passei em Biologia e Fonoaudiologia na PUC-Campinas, mas decidi não cursar. Então, em 2017, fiz 4 meses de um cursinho em Rio Claro-SP e passei em Medicina na São Leopoldo Mandic Araras e, em 14º lugar, na Unibrasil, em Fernandópolis. E isso, aos 17 anos. Portanto, tenho muito a agradecer a toda a equipe do Anglo por todo o suporte e toda a base educacional que me proporcionou.”


Bruna Malvestiti Vieira dos Santos, aprovada em Medicina na São Leopoldo Mandic Araras