A importância de refazer provas anteriores

“É preciso aprender com os próprios erros” diz o ditado popular. No caso da formação escolar, essa afirmação ganha uma forte materialidade, pois é necessário que, de fato, os alunos aprendam a partir dos erros que cometeram em provas e em exercícios. E bem sabemos que dedicar-se para entender um erro não é tarefa nada fácil. Exige muita paciência e maturidade. Por isso, tanto a família quanto a escola devem estar muito presentes para motivar os alunos a enfrentarem essa tarefa.


Primeiramente, é necessário que o aluno tenha noção da importância que um erro tem, já que este sinaliza quais procedimentos ou raciocínios foram escolhidos por ele. E, a partir desse mapeamento, pode ser indicado como pensar na direção do acerto. A questão é que, depois que o aluno realizou uma atividade, o que normalmente lhe interessa é apenas o resultado. Assim, se houve erro, há, muitas vezes, lamento e, até mesmo, raiva, e o aluno não tem nenhuma vontade de refazer o exercício que errou. É como se a tarefa já tivesse passado e a chance (ou a nota) já tivesse sido perdida. Nesse momento, é necessário insistir no sentido de que o aluno entenda “o que deu errado”; afinal, é a partir do entendimento disso, que podem nascer os acertos futuros.


Perceber tudo o que está envolvido em um erro pede por maturidade: a maturidade de ter paciência, de questionar-se e de dedicar-se a algo que, aparentemente, já foi. Para ter essa maturidade, a família e a escola precisam estar perto do aluno para, em boas conversas, explicarem tudo o que está envolvido na arte de aprender com os próprios erros. Essa arte de, com cada erro superado, construir todos os acertos que levarão ao futuro desejado.

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